Rodrigo Brand | [ Carta a um amigo ]
23075
post-template-default,single,single-post,postid-23075,single-format-standard,bridge-core-2.3,ajax_fade,page_not_loaded,,qode-title-hidden,qode-child-theme-ver-1.0.0,qode-theme-ver-21.7,qode-theme-bridge,wpb-js-composer js-comp-ver-6.2.0,vc_responsive

[ Carta a um amigo ]

 

2011. Jojoca, Brunão e Eu. Tempos de NovaJob. Tempos de Rio de Janeiro. Santa Tereza, Catete, Largo do Machado. Muita praia, muito Teatro. Salgadinho do Fornalha, Empadinha do Belmonte, chopp no Baixo Gávea com meu amigo Tom. Lembro da Fundição Progresso, do Carioca da Gema, do Circo Voador. Lembro do motel da Glória. Almoço no Amarelinho. Podrão debaixo dos Arcos da Lapa. Assistir uma peça da Cia. Dos Atores. Tentei várias vezes estudar com eles. Nunca rolou. Depois trabalhei com o César Augusto e com o Thierry Tremoroux. Valeu. Apresentei no Sesc e no Sesi. Teatro Poeira, Teatro do Jockey, na Casa da Gávea e até no CCBB. Boas memórias. Praia, NO MÍNIMO, 3x por semana. Botafogo, Copacabana, Ipanema ou Leblon. (A Barra é longe pra caramba). A gente tem o famoso Posto 10. Avenida Vieira Souto. Biscoito Globo e Mate Leão misturado à mão. Depois, almoço no Delírio Tropical. (Se a grana não tivesse curta). Muito Teatro-Escola, obrigado EnsinoemCena. Muito evento, salve a galera do Méier e da Tijuca. Foi quando eu conheci o Jojoca. Figura, como todo carioca. Na época produtor de eventos. Nunca tinha tempo ruim, sempre um sorriso no rosto. Piadas de tiozão. O Joberto era um paizão. Tinha duas filhas. Conheci as duas comendo estrogonofe na cada dele feito pela Daniela. A gente se divertia entregando panfleto na rua, cena comum na cidade do Rio de Janeiro. Bons tempos. Corridinha na ciclovia do Flamengo. Ver a árvore de Natal à noite na lagoa Rodrigo de Freitas. Mas a minha primeira experiência mesmo foi aprender a pegar busão no Humaitá (na época não tinha Google Maps). “Se vira, Negão”, me disse Vitor Libanio, que tinha mudado pro Rio anos antes de mim. Ali perto fica o Jardim Botânico. Espero que o Parque Lage ainda esteja lá. Um dos lugares mais bonitos que eu já vi. Não posso esquecer da CAL, em Laranjeiras. Gente bonita. Nem do Artcênicas. Grande Antônio Amâncio. Roumer Canhães, inteeeeenso. Jeana sempre com um sorriso no rosto. Muitos amigos. Muitos amores. De vez em quando ir no Cristo Redentor ou no Bondinho do Pão de Açúcar levar um turista. Agora, a Praia Vermelha e a mureta da Urca… aí sim, com mais frequência. Camarão à Paulista e cerveja gelada vendo os barcos no mar. Salve Vanessinha. Lembro do bar Bukowski, de dançar e trocar idéia com a Carocinho. Das Casas de Suco. 24 horas. Pizzaria Guanabara, quem não? Arpoador, surfe de domingo. Jogar altinha perto da água e depois se refrescar no mar. Bater palma pro pôr-do-sol ao entardecer. No fundo a paisagem do Morro Dois Irmãos. Caralho. Rio de Janeiro… até baile funk na favela rolou. Praia, NO MÍNIMO, 3x por semana. Tirar o sal naquele chuveiro duvidoso. Mas foda-se, ninguém se importa. Sol rachando, a gente quer é ser feliz. Carnaval. Porra Joca… porque você teve que partir?

 

No Comments

Post A Comment